No Agrupamento de Escolas Júlio Dinis em Grijó VNG, compreendemos que educar é moldar o amanhã.
Mais do que uma instituição de ensino, posicionamo-nos como um referencial de excelência académica, onde o rigor pedagógico converge harmoniosamente com o desenvolvimento humano, ético e social.
Compromisso com a Excelência
Assumimo-nos orgulhosamente como um exemplo de sucesso escolar. A nossa missão é clara: dotar cada aluno das ferramentas intelectuais e emocionais necessárias para superar os desafios de um mundo global, valorizando o esforço individual e celebrando resultados de mérito.
Uma Comunidade Dinâmica e Sustentável
A nossa visão ultrapassa os limites da sala de aula. Como detentores do galardão Eco-Escolas, fomentamos uma consciência ecológica ativa, integrando a sustentabilidade no ADN da nossa comunidade. Promovemos a cidadania plena através de projetos de segurança, ética e solidariedade que preparam os jovens para uma intervenção social responsável.
Talento, Saúde e Tradição
O dinamismo do nosso Agrupamento reflete-se no forte investimento no Desporto Escolar.
Além disso, privilegiamos a ligação às raízes através de parcerias, fortalecendo o vínculo entre a escola e a comunidade local de Grijó.
Educamos com rigor, formamos com valores, lideramos pelo exemplo.

Joaquim Guilherme Gomes Coelho, que no período mais brilhante da sua carreira literária usou o pseudónimo de Júlio Dinis, nasceu no Porto, a 14 de Novembro de 1839, e faleceu na mesma cidade, na Rua Costa Cabral, numa casa que já não existe, em 12 de Setembro de 1871.
Júlio Dinis era filho de José Joaquim Gomes Coelho, cirurgião, natural de Ovar, e de Ana Constança Potter Pereira Gomes Coelho, de ascendência anglo-irlandesa, e vitimada pela tuberculose quando Júlio Dinis contava apenas seis anos de idade.
Frequentou a escola primária em Miragaia. Aos catorze anos de idade (1853), concluiu o curso preparatório do liceu. Matriculou-se na Escola Politécnica, tendo, em seguida, transitado para a Escola Médico-Cirúrgica do Porto, cujo curso completou a 27 de Julho de 1861, com alta classificação. Posteriormente a sua saúde foi-se agravando, pelo que foi obrigado a recolher-se em Ovar e depois para a Madeira e a interromper a possibilidade de exercer a sua profissão. Durante esses tempos dedica-se à literatura.
Com trinta e um anos, morria aquele que foi o mais «suave e terno romancista português, cronista de afetos puros, paixões simples, prosa limpa».
O romance «As Pupilas do Senhor Reitor» foi publicado em 1867 em livro (depois de ter sido publicado em folhetins do Jornal do Porto em 1866), tendo sido desde então várias vezes representado, cinematizado e televisionado sob a forma de adaptações. Um ano antes, tinha sido dado a público «Uma Família Inglesa» e, em 1870, veio a público «Serões da Província».
No ano do seu falecimento, 1871, publicou-se o romance «Os Fidalgos da Casa Mourisca». Só depois da sua morte se publicaram «Inéditos» e «Esparsos», em dois volumes, assim como as suas «Poesias», dadas à estampa entre 1873 e 1874.
Foi o criador do romance campesino e as suas personagens, tiradas, na sua maioria, de pessoas com quem viveu ou contactou na vida real, estão imbuídas de tanta naturalidade que muitas delas nos são ainda hoje familiares. É o caso da tia Doroteia, de «A Morgadinha dos Canaviais», inspirada por sua tia.
Júlio Dinis viu sempre o mundo pelo prisma da fraternidade, do otimismo, dos sentimentos sadios do amor e da esperança.
Situada no extremo sul do concelho de Vila Nova de Gaia, é uma vila onde o peso da história e a serenidade da natureza se encontram em perfeito equilíbrio
O nosso Agrupamento de Escolas Júlio Dinis, fica junto do Mosteiro de São Salvador de Grijó datado de 922 e popularmente conhecido por Mosteiro de Grijó.